segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tom Maior um toque de sedução do pagode noventista





Não sei muito a respeito do grupo Tom Maior, somente que começaram tocar no final dos anos 80 e são de Campinas-SP. E que gravaram um único disco, mas muito, muito legal mesmo. O LP saiu em 1993 pela Zimbabwe Records. Teve arranjos e regências de Mauro Diniz (que também tocou violão e banjo). Participaram da gravação os músicos; Bororó (baixo), Jorge Simas (violão), Vicente (cavaco), Lobão (teclados), Jorge Gomes (bateria), Felipe D’Angola (surdo e percussão geral), Macalé (pandeiro e percussão geral) e Marcelinho (repique e percussão geral). Para a época a capa era de certa maneira chic e de bom gosto, combinando fundos e cores. \o cenário é um barzinho bem arrumado e aconchegante e os integrantes próximos ao balcão todos vestidos de roupa social.  

Uma das faixas de maior sucesso foi Toque de Sedução que tem o refrão: "minha rainha, prometo um mundo de amor, minha alegria e te ver na alegria sentir do teu beijo o sabor..." Esse sucesso é uma composição de Rinaldo (mais conhecido como Rina que foi vocalista do grupo), um pagode romântico bem tocado e interpretado. Mas outras faixas do disco são boas como Meu Jeito (Douglas Sampa e Carica), Recomeçar (Arlindo Cruz e Sombrinha) e Aborrecida (Carica e Prateado). Com aquela sonoridade e maneira de cantar peculiares dos pagodes da década de 90. Mais um trabalho feito com esmero e respeito ao samba.

Toque na capa e baixe


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sexta-feira, 27 de junho de 2014

O rap love do Sampa Crew



Nem só de samba e pagode vive o ser humano...rs enfim começo com essa parábola para falar um pouco de outro ritmo que eu admiro, é o rap. Mas vamos falar da velha escola nacional que aprendi a gostar nas ondas da Band FM e na 105 FM com o programa Rap do Rick. Lógico que os bailes também ajudaram, pois as seleções de balanço e rap não podiam faltar. 

Em meados de 1987 era formado na capital paulista o grupo Sampa Crew. E já em 1988 o grupo consegue lançar uma faixa numa das primeiras coletâneas de rap nacional,  Som das Ruas lançado pela Chic Show. A música em questão era a "Foi Bom", inspirada livremente na balada Float On dos Floaters. Em 1990 foi lançado o primeiro trabalho dos manos intitulado Ritmo Amor e Poesia. Na época os integrantes eram Dj Alam Beat e JC Sampa. A gravadora foi a Kaskata’s Records, que não perdia tempo e lançava vários artistas do movimento. O blog dimiliduques põe pra vocês curtirem esse trabalho. O produtor DJ Cuca (um dos melhores DJs do Brasil) entendeu bem a proposta de JC Sampa e traduziu isso da melhor maneira possível. É um disco bem eclético e pop, tem misturas como o reggae, ragga, rap, baladas, rock dos anos 50, samba rock e miami bass. Músicas como a Não Mate a Mata que usa a cacofonia da letra de protesto numa rápida levada, encontrada mais tarde no grupo de rap americano Bone Thugs N Harmony. Isso por si só mostra que eles estavam a frente do seu tempo. E em pleno início dos anos 90 eles gravaram o batidão de duplo sentido, Melô do Mobral. E o mais importante, enquanto a maioria dos grupos se fechava num rap mais radical , eles nadavam contra a corrente e cantavam raps com um teor mais positivo e romântico, a exemplo das faixas Manequim e Eterno Amor. Ainda contaram com a participação especial de Thaide na música que dá título ao disco, Ritmo Amor e Poesia.

Esse lado com temas sobre o amor, se provou ser o forte do Sampa Crew, e esse romantismo consagrou o grupo. Os sucessos das músicas como Eterno Amor, Se Me Lembro Faz Doer, Mesmo Assim, Coração Te Acalma, Alma Metade e Eu Nasci Pra Te Amar comprovaram o fato.
As entradas de Junior Vox em 1992 (ele havia lançado um LP solo em 1991 pela Chic Show) e Marco Anthony em definitivo em 1993, deram mais peso musical ao grupo. Também fizeram parte desse time os dançarinos Guru e Ed Carlos somados aos vocais de Dani Voguel (que faleceu em 2013) e Valtinho Jota , esse último também compôs muita coisa legal com o grupo. Lançaram entre trabalhos de estúdio, remixes e coletâneas, 18 álbuns  e três DVDs. O Sampa Crew já marcou seu nome na história do hip hop e da música brasileira, continua na ativa levando seu romantismo musical aos quatro cantos do país. 



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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Família Black Net - In Love volume 2

É isso aí! Agora o volume 2 da coletânea de melodias feita sob medida pelos integrantes da virtual  Família Black Net! Só sonzeira e a proposta é a que cada um dos frequentadores e blogueiros escolha a sua melodia romântica e envie para entrar no set list. E pode ter certeza que tem aquelas já consagradas, mas também muita coisa interessante, nova e pouco conhecida. Esta curioso? então faça uma visita no blog http://relembrandoosbonstempos.blogspot.com.br/ e faça o download dessa preciososidade e de quebra pegue também o volume 1 que também esta demais. Então é isso galera, curta o som da FBN com Dj Wagner, Carlos Prado, Marcio Rogério, Rodrigo Prado, Black farias, Sergio CN e eu Martchelo!


http://relembrandoosbonstempos.blogspot.com.br/2014/06/famila-black-net-in-love-vl-2.html


Um dos melhores discos de samba da década de 80 malandro/malemolente



De um sambista que trazia pagode até no sobrenome artístico. O carioca de Irajá que já foi anotador de jogo do bicho, feirante, camelô e foi batizado como Jessé Gomes da Silva Filho é simplesmente Zeca Pagodinho. Aliás o nome provém de uma ala do bloco Boêmios de Irajá, que se chamava Ala do pagodinho”. Zeca desfilava nessa ala com 13/14 anos de idade. Quando em 1982 Zeca se juntou com o flautista Claudio Camunguelo para participarem do Fest Samba na Portela. Procuravam um nome para Zeca, que na família era conhecido como Seca, tentaram Zeca Silva, Jessé Silva, Seca Silva... Até que quando desciam do ônibus alguém reconheceu Zeca e gritou , “fala pagodinho!” Camunguelo gostou do nome e sugeriu. 

No seu primeiro LP solo de 1986 (RGE) ele lançou sambas que ficariam para sempre nas lembranças dos pagodeiros de plantão. Sobre esse entrevero do que é samba e o que é pagode; que eu saiba pagode é festança ou reunião de sambistas para tocar o samba, porém a mídia massificou e nos anos noventa pagode já era conhecido com um gênero musical. Pagodeiro era aquele que freqüentava os pagodes ou seja um festeiro ou boêmio. Mas no caso de Zeca ele é sambista nato, afilhado de Beth Carvalho e escolado nas melhores rodas de samba do Rio de Janeiro, dos morros à tamarineira do Cacique de Ramos. O repertório desse disco é daqueles em que arranjos, musicalidade, inspiração e artista se fundem em algo maior. Desponta o que há de melhor e marca o estilo e a sonoridade de uma geração de sambistas, tais como o Grupo Fundo de Quintal, Nei Lopes, Roberto Ribeiro, Pedrinho da Flor, Wilson Moreira, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Luiz Carlos da Vila e outros. Sua primeira gravação foi uma participação na música Camarão que Dorme a Onda Leva em 1983 no disco Suor no Rosto de Beth Carvalho.  Um ano antes ele ainda participou da coletânea “Raça Brasileira" interpretando as músicas "Mal de Amor", "Garrafeiro", "A Vaca" e "Bagaço da Laranja".  

O blog dimiliduques coloca pra vocês o disco de 1986, lançado pela gravadora RGE,  que é recheado de sucessos. Sambas que cairam na boca do povo na primeira audição e foram as mais pedidas nas rodas de samba e ondas do rádio no Brasil. O disco vendeu mais de um milhão de cópias e se tornou uma referência com seu repertório ímpar. A produção foi de Milton Manhães e os arranjos foram de Mauro Diniz e Ivan Paulo. A curiosidade é que na contracapa do disco não consta os músicos participantes, tem uma carta de apresentação de Arlindo Cruz e agradecimentos a “Força nos trabalhos” da Tendinha da Dona Maria e Irene. 

Já começa pelo partido SPC parceria dele com seu compadre Arlindo Cruz, uma letra em que duas pessoas se separam mas uma continua pegando no pé da outra e a ameaça para o desenrolo do caso é a de sujar o nome no Serviço de Proteção ao Crédito.  Segue com Coração em Desalinho a já famosa composição regravada por Maria Rita é de Monarco e Ratinho ambos da velha guarda da escola de samba Portela. De Nei Lopes e Sereno (integrante do Fundo de Quintal) tem a Jogo de Caipira dos versos botecos filosóficos e rimas com jargões do jogo do bicho “Toda vida é o começo da morte, todo azar é o inverso da sorte” e “Se a velhice um dia foi criança...”. Outra faixa que é bem poética é a Se eu for falar de tristeza de Zeca Pagodinho e seu primo Beto Gago onde diz “Se hoje estou cheio de vida, amanhã também posso morrer, se hoje dei um beijo novo, amanhã também posso esquecer...” A faixa Quando eu contar Iáiá da dupla Serginho Meriti e Beto Sem Braço é uma das que estouraram o refrão “...Iáiá, ô Iáiá minha preta não sabe o que eu sei, o que vi nos lugares onde andei...”.  

Cheiro de Saudade de Sereno e Mauro Diniz é uma linda canção e é a mais romântica do disco onde ele divide os vocais com Ana Clara, de voz muito bonita. O termo francês pout porri (mistura de pétalas num vaso para perfumar o ambiente) é musicalmente conhecido como medley ou uma seleção de músicas e esse é arrebatador com: Hei de guardar teu nome/Vou te deixar no sereno/Macumba da nêga aqui participação de Deni Lima. A música Casal Sem Vergonha de autoria de Acyr Marques e seu irmão Arlindo Cruz, outra que virou um grande sucesso. Quintal do Céu é outra bela melodia que começa com o clássico verso conhecido dos pagodeiros “um bangalô o mais lindo canto da cidade...”. Cidade do Pé Junto fala de uma saudade que mata “mas a saudade que eu sinto de você meu grande amor vai me levar, pra cidade do pé junto... ” E para finalizar no melhor estilo, mais duas que foram sucessos e regravadas tempos depois; Judia de Mim (Zeca Pagodinho e Wilson Moreira) e Brincadeira Tem Hora (Zeca Pagodinho e Beto Sem Braço) que mostram que Zeca também era letrista de primeira. O disco é um dos melhores já gravados, esse é daqueles onde se pode deixar tocá-lo inteiro tranquilamente num churrasco, no toca discos  ou numa roda de amigos.

Clique na capa e saia sambando


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quarta-feira, 18 de junho de 2014

A juventude curtiu o Juventude do Pagode



O grupo Juventude S/A surgiu em 1986 no munícipio de Carapicuíba-SP. No começo de carreira os integrantes admiravam e tocavam artistas tais como  Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Arte Final, Só Preto Sem Preconceito e outros. Então nessa caminahda o grupo conseguiu tocar na Praça do Samba em Osasco, local este que tinha servido de vitrine para Boca Nervosa, Negritude Jr. e grupo Cravo e Canela. No começo o grupo se chamava Juventude do Pagode e depois em 1999 mudaram para grupo Juventude S/A. Irônico já que a sigla S/A dava a impressão de uma empresa e justamente nessa época o pagode (e a maioria dos grupos) começava a ser mais comercial o possível.

A primeira oportunidade de gravação do grupo foi no 1º festival do Botequim do Camisa Verde e Branco no ano de 1991. Classificado em primeiro colocado gravaram as faixas Dona Saudade e Só Quero Você. Desse mesmo disco saíram também os grupos Sensação e Negritude Jr. 

E começaram a tocar em vários locais em São Paulo. Em 1993 lançaram o seu primeiro solo, álbum esse que o dimiliduques coloca pra vocês. Intitulado “Magia” é um disco que saiu pela TNT Records.  Aqui começou bem a historia do Juventude do Pagode, já que emplacaram dois sucessos no rádio: Chance Pra Gente Voltar e Volta Por Cima. Depois eles estouraram Brasil afora em 1999 com a gravação do pagoderap romântico História e Amor (recentemente regravada por Thiaguinho). 

Luciano Bolão o vocalista (e cavaquinhista)  tem uma voz diferente, meio aguda que trouxe a identidade certa ao grupo. Nesse trabalho de 1993 os componentes mostraram seus lados de compositores e no disco outros nomes que viriam a ser consagrados também marcaram presença como Chiquinho dos Santos, Vagner Russo, Ademir, Nardão e Helder Celso.

 A produção foi econômica e simples mas de bom resultado, uma maioria de pagodes românticos mas com espaço para os partidos e swings . Os arranjos foram de Reinaldo Chulapa com a participação de Ferrugem no banjo e cavaco, Edmilson Capelupi violão de 6/7 cordas, João Marcos no baixo, Edu Neto nos teclados, Paulo Bonfim na bateria e pra finaliza o molho Bira Hawai e Tuta na percussão geral. 

Na época de lançamento os componentes do Juventude do Pagode eram: Luciano Bolão (cavaco e voz), Fernando (bateria), Robinson Carioca (percussão geral), Rogério  Cajá (violão de 7), Willlians Lilão (tan-tan), Reinaldo Branco (baixo), Ronaldo Praguinha (percussão) e Junior Gibi (teclados). O grupo lançou ao todo seis álbuns; Magia (1993), Melhor Assim (1994), Pele Negra (1997), História de Amor (1999), Amantes Amigos (2001) e Há de Melhorar (2006).

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terça-feira, 17 de junho de 2014

Regravar é reviver 2

De novo separei algumas regravações/versões de sambas e pagodes, falei um pouco sobre isso nesse post (aqui). Aqui de novidade tem uma música que foi regravada três, quatro vezes (e olha que tem uma versão ao vivo da faixa A Que Mais Deixa Saudade da Alcione que deixei de fora!). E a música Vale Acreditar do grupo Quatro Estações foi regravada pelo Sensação com o nome de Vou Te Procurar.

Engraçado que as vezes tinha música regravada e eu nem lembrava mais. Só que dando uma escutada nuns discos/cds antigos acabei reparando melhor. Legal que acabou soando como novidade, algo que já estava gravado há tempos. Espero que gostem e sabendo que existem inúmeras outras regravações “perdidas” por aí.

Play List

Minha Gamação – Grupo Partido Alto – Grupo Luance
Carícias – Grupo Doce Delírio – Grupo Começo de Conversa
Nossa Procura – Grupo Negritude Jr. e Grupo Sensação
Apaixonado – Biro do Cavaco e Grupo Água na Boca
De Mim Pra Você – Grupo Negritude Jr. – Dhi Ribeiro
Coisas do Passado – Grupo Gamação – Grupo Fundo de Quintal
Mariana Parte Minha – Grupo Toca da Raposa – Grupo Sem Compromisso
Vale Acreditar – Grupo Quatro Estações – Grupo Sensação
O Samba é Meu Dom – Fabiana Cozza – Wilson das Neves – Grupo Toque de Prima
Novos Tempos – Grupo Razão Brasileira – Grupo Revelação
Olhares – Grupo Samba Solto – Grupo Juventude do Pagode
Pura Ilusão – Grupo Exaltasamba – Grupo Sampagode
Marcas no Leito – Alcione – Sombrinha
Brilho de Cristal – Grupo Um Toque a Mais – Grupo Pixote
Recomeçar – Grupo Toque de Prima – Grupo Tom Maior
É Natural – Grupo Redenção – Grupo Negritude Jr.
A Que Mais Deixa Saudade – Marquinhos Santana – Leandro Sapucahy – Sall – Leandro Lehart


Clique na capa e reviva!




segunda-feira, 16 de junho de 2014

Sampa é pagode



O Grupo Sampagode surgiu em 1987 no bar homônimo que ficava na Casa verde, zona Norte de São Paulo. A primeira oportunidade surgiu na coletânea da choperia Só Pra Contrariar e seus convidados vol. 2 em 1992, pelo selo JWC. Gravaram o samba Luz Divina com a participação de Royce do Cavaco.  
Lançaram seu primeiro trabalho em 1994 pela gravadora Kaskatas, intitulado X da Emoção. Se apresentavam em várias casas noturnas de São Paulo e numa em especial (Alpendre) eram o grupo da casa e lá acompanharam artistas como o Zeca Pagodinho, Jovelina Pérola Negra, Almir Guineto e outros. Em 1997 lançaram as faixas Na Luz do Corredor e O Samba Vai Começar na coletânea Transpagode da Transcontinental Fm pela Indie Records. 

E no ano de 1998 o segundo trabalho saiu pelo convite da própria Indie Records com o título de Tem que Apostar.  Foi nesse mesmo ano que o grupo começou a acompanhar a sambista Leci Brandão. A parceria deu tão certo que até hoje a rapaziada faz as turnês e participa das gravações da cantora. No grupo sempre teve bons músicos na retaguarda.  Como por exemplo Emerson de Paula no violão, Paulinho Sampagode percussão, Dema percussão, Pedrinho S/ Braço no contrabaixo e Fabiano Sorriso no pandeiro.

O blog dimiliduques põe a disposição o disco de 1994, X da Emoção.  Trabalho que teve arranjos de João Marcos, que também tocou contra baixo e violão. E os outros músicos participantes foram Emerson de Paula no cavaco e cavaco solo, Paulinho Soares e Zinho também participaram tocando cavaco, Paulão no violão de 7 cordas, Douglas no banjo, Dema no pandeiro, Bira Hawai no surdo (além de ser o produtor musical do disco), Rubão no tan-tan, Paulinho, Freddy e Bira Hawai na percussão geral, Duda Batista na bateria e Edu Neto nos teclados.  Composições de Helinho do Salgueiro, Beto S/Braço, Chiquinho dos Santos, Paulinho, Emerson, Prateado e outros. 

O detalhe curioso fica por conta das capas que tiveram duas versões. Destaque para as músicas Você Nunca Me Tratou Assim que rolou nas rádios, Meu Erro, bela levada de violão no começo e evolução legal, X- da Emoção, Pura Ilusão, essa última gravada também pelo Exaltasamba e os partidos O Sereno e o pot pourri Você Prometeu Me Amar/Minha Vida /Vou Mentir. Um disco em que o talento e a simpatia da rapaziada fez toda diferença.

Clique no X da capa

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*As duas últimas capas fornecidas gentilmente pelo amigo Marcelo De La Veiga comunidade Bandeira do Samba