quarta-feira, 30 de julho de 2014

Regravações pagode e samba volume 3

Pensei que não faria mais coletâneas sobre regravações de pagode por outros pagodeiros, sambas por outros sambistas, mas não resisti! Falei um pouco sobre isso (aqui). Quem quiser baixar os outros dois primeiros volumes é só clicar aqui: Regravações Pagode e Samba - volume 1 e aqui Regravações Pagode e Samba - volume 2

Vamos ao terceiro!!!

Playlist



Outra Viagem – Grupo Cor da Pele - Só Preto Sem Preconceito
Ternura de Quem Ama – Katinguelê - Grupo Sempre Assim
Qual É – Gustavo Lins – Nalanda
Pega Eu – Bezerra da Silva – Boca Nervosa – Marcelo D2
Louco Apaixonado – Turma do Pagode – Grupo Alô Som
Doce Amizade - Grupo Bossa do Samba – Jorge Aragão
Dentro do Céu - Grupo Mais que Amigos  - Pé de Moleque
Pranto que Chorei - Almir Guineto – Grupo Da Melhor Qualidade
Onde Está  - Christina Monteiro – Reinaldo
Moleque Atrevido - Flavio Cardoso – Exaltasamba – Jorge Aragão
Percepção – Grupo Gamação – Art Popular


(Re)clique na capa para baixar

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Se o R.A.P. é ritmo, amor e poesia, vamos falar do amor

Outra vertente do rap é o romantismo, também conhecido como rap love. Alguns grupos e rappers aderiram por um tempo e colocavam faixas desse estilo em seus trabalhos. Quando a onda de rap mais agressivo ou gangsta chegou, esse tipo de rap foi até discriminado. O julgavam alienado por ser sensível demais e ter como tema o amor. Mesmo assim alguns grupos trilharam esse caminho e conseguiram fazer sucesso, como por exemplo o Sampa Crew. Outros também fizeram suas melodias, como Pepeu, MC Polmel, Ndee Naldinho, Athalyba e a Firma. 

Esses rappers tinham a influência dos bailes blacks da Chic Show, Zimbabwe, Os Carlos, Bossa Um, Musicália, Black Mad, Kaskata’s, Circuit Power etc... Com isso compuseram letras e os produtores e DJs tentavam de alguma forma arregimentar instrumentais. Em minha opinião há uma diferença entre o rap love e um rap que fala de amor e isso fica evidenciado pela letra somada a batida instrumental. O rap love é fruto das antigas love songs ou melodias blacks e as bases eram inspiradas por elas. Artistas como The Floaters, Midnight Star, Earth Wind e Fire, Isley Brothers, Average White Band e afins eram sampleados e de vez em quando traduzidos livremente. 

Outra fase importante foi as inspiradas em artistas brasileiros, onde os rappers bebiam em fontes tais como Dudu França, Carlos Dafé, Tim Maia, Jorge Ben , Paulo Diniz , Roupa Nova, Taxi e outros. O blog dimiliduques fez uma coletânea com algumas dessas músicas cantadas pelos rappers. A maioria do final dos anos 80 e começo dos 90 que mostram a criatividade e improviso diante da inexperiência musical. Mas retratam o início de um movimento (o rap love nacional) que poucos tiveram a coragem e a garra de seguir.

Clique na capa e baixe, Ritmo AMOR e poesia


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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Grupo Relíquia da zona leste de São Paulo



O grupo Relíquia foi formado em 1987 em Itaquera zona leste de São Paulo. Nom início da carreira tinham ligação bem forte com a escola de samba Leandro de Itaquera, tanto é que em 1988 venceram a disputa com o enredo Babalotim interpretado por eliana de Lima, considerado na época um dos melhores sambas do carnaval de São Paulo. Entre apresentações e festivais foram trilhando seu caminho. Em agosto de 1988 o grupo obteve o primeiro lugar no festival de samba na escola de samba Leandro de Itaquera, onde o mestre Lagrila foi um dos idealizadores do evento. No mês seguinte ganharam também o festival da escola de samba Passos de Ouro (que se tornaria a X-9 paulistana). 

Depois de ser o grupo da casa do Aconchego’s Bar na Vila formosa foram tocar num dos mais respeitados redutos do pagode da capital paulista, o bar e choperia Só Pra Contrariar. E foi lá a primeira gravação do Relíquia na coletânea Só pra Contrariar e Seus Convidados Volume 1.  Lp esse lançado no final do anos 80 pelo empresário da noite Jorge Hamilton. As faixas foram Me Ensina a Ser Feliz (Beto Guilherme/Didi Graveto) e Próximo Samba (Carica/Soró/Miltinho). Sem contar que se apresentaram ao lado de vários sambistas como Marquinhos Satã, Grupo Raça, Beth Carvalho, Eliana de Lima e outros. O Relíquia ainda foi o grupo da casa no Sambarylove antes de gravar o seu álbum solo. 

O primeiro trabalho que saiu em 1992 é o “Tá Tudo Aí”, pela Five Star Records. Desse disco destacaram-se as músicas Vasto Coração e Segunda Vez. Interessante notar que o sucesso fez da faixa Segunda Vez escolhida para coletâneas da 105 Fm (Disk Brasil/Kaskatas em 1994) e Sucesso do Pagode da Paradoxx Music em 1995.  A partir daí o grupo começou a ser requisitado para outros locais desde a capital e interior de São Paulo a outros estados brasileiros como Mina Gerais e Rio de Janeiro. E fizeram todo o circuito “obrigatório” de divulgação se apresentando em programas de TV, nas quadras de escola de samba, SESC , ginásios esportivos e casas de shows. Dentre as casas podemos citar o Terra Brasil, Viva Brasil, Polo North, Caipilona, Consulado da Cerveja, Terraço, JB Sambar, Mistura, Jambo Mix, Sky Bier e outras.
O blog dimiliduques põe a disposição o trabalho lançado em 1995, intitulado “Mudanças” pela desconhecida Nenê Records. Mas o disco fez um relativo sucesso, alcançando principalmente quem curtia a noite do samba/pagode em São Paulo. Destaque para as faixas Trilha Principal, Juras de Amor, Triste Dor  e Rosa Amarela. Desse trabalho participaram no violão de 6 e arranjos Carlinhos Noronha,  nos teclados Ary Roland, violão de 7 Marcelo Mont’serra, cavaquinho e banjo Ferrugem e Carlão, baixo Paulo Paulelli, bateria Rick, surdo, congas e ganzá Carlinhos Gonzales, repique , tantan e pandeiro Bigu e Robinho, tamborim, afoxé e agogô Perninha e Rodney. Nas composições além dos integrantes do grupo, nomes como Chrigor, Paulinho Sampagode, Marcelo Lombardo, Chiquinho dos Santos e outros. O grupo na época era formado por Carlão (cavaco), Sandrão (violão), Bigu (repique), Rodney (tantã), Robinho (pandeiro), Anderson (teclados), Dema (contrabaixo) e Douglas (bateria). Uma curiosidade é que a contra capa traz uma homenagem a um dos componentes que tocava reco-reco e faleceu.

Já em 1997 foram convidados pela Transcontinetal FM para integrar a coletânea Transpagode com as músicas Tá de Brincadeira e Vem Me Amar.
Em 1998 foi a vez do CD Viagem ao Infinito, lançado de forma independente e distribuído com recursos próprios da Relíquia Produções Artísticas.  O grupo passou por várias mudanças desde o início, em 2003 por exemplo dois integrantes da formação original, Bigú e Carlão lançaram paralelamente o CD Pagode Purinho. Tempos depois os dois chegaram a voltar para o Relíquia e participaram da gravação ao vivo do CD no Consulado da Cerveja. Infelizmente Bigú faleceu vítima de um avc. O grupo continua na ativa e se apresenta esporadicamente com novos componentes junto aos fundadores Carlão, Rodney e Robinho.



Clique na capa e baixe essa relíquia

https://www.mediafire.com/?gad9ncg7on3uy97






sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pulem hey! para o Comando DMC



Em meados dos anos 90 a cena hip hop era forte e rap nacional ganhava seus primeiros contornos com Região Abissal, Código 13, Thaíde e Dj Hum, MC jack, Os Metralhas, Racionais MC’s e outros. Eu também fiz parte desse movimento e participei ativamente, não só indo nos rachas do centro, mas onde rolava rap eu dava um jeito de ir. Formei alguns grupos como RDS, Dimensão, Org. Brutal, mas infelizmente não conseguimos o sonho do reconhecimento, mas enfim foi uma escola de vida... Dava um frio na barriga cantar ao vivo, mas ao mesmo tempo a sensação de prazer superava. E lá ia eu Tchelo  C e a banca com Reni C, Swing T (Tiza), Boca, Juliano JC,  Dj Marcelo, Dj Claudinho, Dani Dieis, P.E.S.O. e outros mais. Se apresentávamos no Santana Samba, Love History,  Xereta, ASA de Pinheiros, Astro, Escolas, Pça Roosevelt e outros redutos do rap nacional. Tempos em que cantar rap poderia significar levar várias portas na cara e nãos... dinheiro curto pra comprar base instrumental pirata, passar debaixo das catracas e chegar antes nos bailes para tentar desenrolar a entrada...

E por falar nisso um dos grandes grupos de rap que eu era fã se chamava Comando DMC , que significa Comando Defensor do Movimento Consciente. O grupo foi formado em 1989 na zona sul de São Paulo, ali pelos lados da Vila Joaniza. O rapper Eazy Jay participava de um festival e quando ficou em primeiro lugar, viu um outro grupo que mandava bem e resolveu unir forças, tipo um comando, daí surgiu o nome. Nas letras uma crítica social sobre o cotidiano violento nas periferias. O estilo era gangsta e logo o assunto criminal também povoava a escrita do grupo.  

A primeira oportunidade de gravação veio em 1991 com a coletânea de rap “Brazilian Rap” da equipe Black Mad. A faixa Tributo ao Presidente foi uma das mais tocadas e o grupo ainda se chamava DMC Rap. Em 1992 foram convidados para gravar o primeiro LP solo pela gravadora Black Mad com produção de DJ Hum. Intitulado como Vamos Dar A Volta Por Cima o disco tinha além da regravação de Tributo ao Presidente (bem aquém da original), e as ótimas faixas Dama da Noite e Marginais Fardados.

Em 1994 lançaram o segundo álbum pela TNT Records (ligada a equipe de som Dinamite). O LP denominado São Paulo Está Se Armando foi produzido pelos integrantes do grupo e pelo Dj Raffa. Um trabalho pesado, misturando batidas rap, funk dos anos 70 e o uso de bases com guitarras distorcidas, dando um tom agressivo. Mas também teve espaço para um momento mais suave. Onde a faixa Pulem foi a responsável pelo sucesso do disco e até indicada ao prêmio Ary Barroso em 95. A faixa usou um sample dançante da música Dont Stop The Music da dupla americana Yarbrough & Peoples. Mas outras ótimas faixas permeiam o trabalho, tais como o hit Na Zona Sul, a rasteira Fita Errada, Acorde Cara e a pesada música que dá título ao disco.

O grupo não mais existe e era formado por Eazy Jay, Turbo (esse saiu no final dos anos 90 para formar o grupo Kamikaze) e DJ Grandmaster Di. Além de “Vamos Dar A Volta Por Cima” e “São Paulo Está Se Armando”, lançaram os álbuns Sangue no Olho em 1995 (TNT Records) e 4ª Missão Resgate em 2000 (RDS).


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quarta-feira, 16 de julho de 2014

O ponto de encontro do pagode



O grupo Ponto de Encontro teve seu embrião no Grupo Miscigenação formado em 1986 no Bar do Beto no Boqueirão, baixada santista (foi em 1987 que mudaram de nome). E conforme a repercussão dos pagodes, eles subiam a serra para se apresentar em São Paulo. E por aqui fincaram sua raiz, se apresentando nas casas de shows; Sambaraylove, Bodega´s Bar, Brasileirinho, Clube House, Canoa Quebrada, Botecão/Balancê, Só Pra Contrariar, Bar Avenida, JB Sambar e outros. Locais esses que ficaram para a história e no imaginário do povo do samba e pagode na capital paulista.

Acompanharam como banda de apoio muitos artistas de renome, tais como Jovelina Pérola Negra, Pedrinho da Flor, Dona Ivone Lara, Reinaldo, Sombrinha, Jorge Aragão e outros. Naquela época de vacas magras nem sempre os artistas do Rio de Janeiro conseguiam grana para pagar hotel, avião e outras despesas para uma banda inteira, então o jeito era contratar e contar com o talento da rapaziada que já estava por aqui na noitada.

Um dos shows mais lotados que o grupo se apresentou foi no Palmeiras e tocaram no mesmo dia de ... Leandro e Leonardo. Mas fizeram outras apresentações marcantes como em 1989 na quadra da Rosas de Ouro com Biro do Cavaco e Almir Guineto, em 1990 na quadra da Mocidade Alegre com Jovelina e Zeca Pagodinho e em 1990 no Bodegas Bar com Fundo de Quintal.

A primeira chance de gravar surgiu em 1991 no LP Mistura Fina e seus convidados, aliás bem diferente um grupo lançar um disco e dar espaço chamando outro de convidado, é muito provável que a amizade entre os grupos e a influencia de Jorge Hamilton e Pelé pesou nessa decisão. No LP entraram as faixas Toque Divinal e Imagem, essa última cantada lindamente por Valtinho, fez um tremendo sucesso.

Em 1994 o grupo lançou seu trabalho solo pela gravadora Five Star/Chic Show. Um disco muito bem feito. Com composições de Ademir Fogaça, Lourenço, Leandro Lehart, Delcio Luiz, Chiquinho dos Santos (que naquela altura fazia parte do grupo) e outros.
Desse disco destaco as músicas Disfarce – uma dolente de primeira qualidade, Mais Que Um Beijo – que tem uma boa cadência e chama a atenção pelo início dissonante, Dona do Meu Amor – que tem um ritmo estilo na levada do agogô no refrão  e o partido alto Roda de Amigos.

Que eu me lembre de cabeça na formação do grupo teve além de Pelé Problema (percussão), Chiquinho dos Santos (cavaco) e Valtinho Tato (repique e vocal) também a presença de Kiko, Alemão (cavaco/banjo), Ronaldo Luiz, Silvinho (percussão), Gilson, Moreira (cavaco/bandolim), Benê (Tantã), Tikinho (violão de 6 e 7 cordas), Feijão (pandeiro), Kinho (bateria), Lê (contra baixo) e Serginho (teclados).

O grupo acabou se desfazendo, ainda lançaram de forma independente em 2002 o CD  “Tudo Novo...Contrariando a Regra” que teve pouca repercussão. Mas deixaram como herança um pagode bem feito e alegre, principalmente em suas memoráveis apresentações ao vivo no bar Sambarylove no bairro do Bixiga em São Paulo.


http://www.4shared.com/zip/2-T3L3q1ba/1994_-_Mais_Que_Um_Beijo.html




  

segunda-feira, 14 de julho de 2014

E dá-lhe partido alto da família black net

Agora a Família Black Net lança o terceiro volume musical com o gênero Partido Alto. São 28 pérolas escolhidas por quem ama música e demonstra esse amor compartilhando em seus blogs. São eles Carlos Prado, Rodrigo Prado, Marcio, Sergio CN, Tchelo, DJ Wagner e Black Farias.  O intuito como sempre é esse, fazer a festa, escolher tal qual o seu gosto, mas sempre pensando em todos disponibilizando a coletânea criada. E nessa compilação você vai poder escutar coisas clássicas como Bezerra da Silva e Aniceto do Império, coisas recentes e novas como Zeca Pagodinho e Sambasian, raras e desconhecidas como Michel Soto. É só clicar na capa abaixo e visitar o blog billboxpartyblack, fazer o seu download e sair batendo na palma da mão.








sábado, 12 de julho de 2014

Tempere tudo e sirva com pagode



O Grupo Tempero foi formado na baixada santista em São Paulo no começo dos anos 80. E basicamente eram frequentadores e sambistas da Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba União Imperial do bairro Marapé.  No começo o nome era Tempero Verde e Rosa em menção a escola de samba Mangueira, então madrinha da escola de samba santista. Em meados de 1986 o grupo participou do Festa Mar o maior festival de música da cidade de Santos feito peça Capitania dos Portos. Mesmo em meio a mais de quinhentos concorrentes o grupo ganhou com a música Todas as Rimas e daí por diante se consolidou no mundo do samba.

Em 1989 o grupo resolveu lançar uma casa de musica ao vivo no local conhecido como Curvão do Marapé em Santos-SP. O Tempero´s Bar conseguiu ser um dos locais e ponto de encontro do pessoal do samba da baixada e se tornou um grande sucesso. Por lá passaram artista de peso como Raça Negra, Negritude Jr., Reinaldo, Art Popular e outros.

Em 1992 o grupo foi indicado para o prêmio Sharp de música como melhor grupo de pagode. Nesse mesmo ano haviam lançado o disco Meu Sonho Não Cansa, com arranjos de Mauro Diniz e Jorge Simas  pelo selo JWC . 

Mas o segundo trabalho era o que viria a ser o grande carro chefe da rapaziada. Em 1993 a gravadora Chic Show/Five Star  lançou “Tempero do Brasil”.  E foi desse LP que saíram os sucessos Vida de Amante, Venha Mar e Sexo Falado, cantadas até hoje Brasil afora. E é esse disco que blog dimiliduques põe para vocês.
O LP que vendeu mais de 120.000 cópias teve os arranjos de Jorge Cardoso, J Moraes e Maestro Jobam.  Foi gravado em três estúdios o Line Records no RJ, Be-bop e Mosh em São Paulo, na época estúdios de ponta.  Na lista de músicos muitas feras; Mario Testoni e Leandro Braga nos teclados, Jobam e Paulão no violão, Arlindo Cruz no banjo, Mauro Diniz e Cesar Rodrigues no cavaco, Bororó e Fabio Canela no baixo, Jorge Gomes e Duda na bateria, Bira Hawai e Fredy no surdo, Ricardo Peres, Esguleba e Moquita no pandeiro, Esguleba, Bira Hawai e Chabu na percussão geral, Chabu nas congas, e Zinho no Reco Reco.   
Nas composições temos Cesar Rodrigues, Adilson Bispo, Zé Roberto e outros. Um disco que foi um marco para o grupo e para o movimento do pagode na década de 90. O grupo ainda lançou mais  quatro trabalhos;  Swing do Meu Samba (1995 – Sony Music), , Tempero (1996 – Sony Music), Brincar de Amor (1998 – Warner Music/Continental) e Ao Vivo (2002 – Canta Brasil).

O grupo era formado nessa época por Zinho (vocal , repique e reco), Simonal do Tempero (tantan e back vocal), Ricardo Peres (pandeiro e back vocal), Cesar Rodrigues (cavaquinho e back vocal), Carlão (ganzá e back vocal) e Moisés Costa (violão e back vocal). O grupo se apresenta esporadicamente e continua participando ativamente do carnaval de Santos-SP. 

Tempere na capa


http://www18.zippyshare.com/v/95826177/file.html